Um homem conhecido pelo apelido de “Índio” foi preso em flagrante pela Polícia Civil, suspeito de integrar uma facção criminosa e de atuar no tráfico de drogas em Rondônia. A prisão ocorreu após uma investigação que identificou intensa movimentação em um imóvel supostamente utilizado para a comercialização de entorpecentes.
Segundo informações divulgadas na investigação, as apurações começaram após a prisão de um homem conhecido como “Fumaça”, realizada no dia 2 de agosto por agentes das delegacias de Itapuã do Oeste e Candeias do Jamari.
A partir das diligências, os investigadores teriam identificado que “Índio” havia ingressado recentemente no crime organizado e assumido a função conhecida como “disciplina” dentro da facção. Posteriormente, ele também teria passado a atuar na venda de drogas.
Movimentação chamou atenção dos investigadores
Durante o avanço das investigações, policiais realizaram monitoramento nas proximidades do endereço associado ao suspeito. Conforme os levantamentos, o local apresentava movimentação considerada compatível com a comercialização de drogas.
Algumas pessoas que deixavam o imóvel foram abordadas pelos policiais e, de acordo com a investigação, algumas delas estavam portando substâncias entorpecentes. Ainda segundo as informações divulgadas, os abordados teriam afirmado que haviam adquirido as drogas naquele endereço.
Diante dos elementos reunidos durante o monitoramento, os policiais entraram no imóvel e realizaram a prisão em flagrante.
Drogas e simulacro de arma são apreendidos
Durante a ação, foram apreendidas embalagens contendo drogas, materiais que, segundo a polícia, seriam utilizados na atividade de tráfico e um simulacro de arma de fogo com aparência semelhante a uma pistola Glock.
O suspeito foi conduzido à delegacia, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.
A investigação permanece em andamento e deverá buscar esclarecer a extensão da suposta atuação de “Índio” no tráfico de drogas, além de possíveis vínculos com outros integrantes da organização criminosa.
As acusações são objeto de investigação, e a responsabilidade penal do suspeito deverá ser definida pelas autoridades competentes no decorrer do processo.